A luz de Dubai se infiltrava pelas enormes janelas da suíte presidencial, dourando o ambiente com um brilho quase teatral. Mas ali dentro, o clima era tudo menos dourado.
Léo Vallamo estava parado junto ao bar, camisa semiaberta, copo de uísque ainda intocado. O gelo derretia lentamente, acompanhando o ritmo da raiva silenciosa que fermentava dentro dele.
A porta se abriu sem bater — como sempre acontecia entre amigos antigos — e Miguel Duarte entrou, já falando:
— Cara, a equipe tá pronta. A S