VIENA – SUBÚRBIO INDUSTRIAL – 02h17
O galpão era velho, mas vigiado. Nenhum sistema eletrônico, apenas olhos treinados. Três homens do lado de fora. Dois no segundo andar. Cada um posicionado com precisão.
Domenico observava de cima, no telhado do prédio vizinho, sob o breu da madrugada. Usava preto dos pés à cabeça, com uma mochila pequena presa ao ombro. Havia deixado para trás o nome Santorini. Pela primeira vez, operava como ninguém.
Ele não queria ser reconhecido.
Queria ser ouvido.
E prec