DOMINICK
A mansão Santorini estava em silêncio absoluto.
Dominick caminhava sozinho pelos corredores estreitos do andar inferior, onde os painéis de vigilância piscavam suavemente. Seus olhos estavam fixos nas câmeras internas, captando todos os movimentos dos empregados, seguranças, visitantes e cada mínimo gesto de Laura. Era o único lugar onde ele conseguia pensar, longe dos sorrisos falsos dos aliados e do veneno que escorria das palavras políticas que ainda fingia tolerar.
Henrique entrou