Daphne estava completamente atordoada. Os detalhes que antes pareciam tão importantes — a posição dos talheres, o brilho dos castiçais, o arranjo das flores — já não prendiam mais a sua atenção. Sua mente viajava em círculos, repetindo a mesma pergunta como um sussurro constante: Débora ouviu?
Mas aquela mulher era sorrateira. Se tivesse descoberto alguma coisa, não viria diretamente a ela com provocações baratas. Não. Débora esperaria o momento perfeito, diante de Omar, para soltar o veneno. E