A agitação começou quando minha família entrou no quarto.
Eles chegaram sorrindo, felizes, falando ao mesmo tempo, trazendo uma energia tão intensa que chegou a me surpreender. Vieram direto até mim — eu ainda segurava meu bebê nos braços —, cheios de emoção, curiosidade e carinho.
Minha avó foi a primeira a se aproximar.
Ela tentou focar o olhar no rostinho do meu filho, com cuidado, como se tivesse medo de assustá-lo. Seus olhos estavam marejados. Eu vi aquela emoção de perto e meu coração se aqueceu. Fiquei feliz por ela estar ali. A mãe que eu tive. A representação viva de alguém que nunca me abandonou — e que eu sabia que nunca abandonaria.
Meu irmão ficou mais afastado, encostado em um canto do quarto, mas também parecia feliz. Ele estava ao lado da minha melhor amiga, e os dois conversavam em voz baixa. Parecia que ela lhe dava algum conselho… ou talvez estivesse apenas ajudando a mantê-lo no caminho certo. Até então, ele vinha se esforçando: estava trabalhando, ajudando em cas