Daphne estava com os cotovelos apoiados na mesa, o rosto quase colado na tela do computador. Tentava ler, se concentrar, mas o sono era traiçoeiro, insistente, quase cruel. Ele não apenas chamava — ele gritava dentro dela.
De vez em quando, as pálpebras simplesmente se fechavam. Lentamente, pesadas demais para continuar abertas. Ela piscava forte, passava as mãos nos olhos, tentando espantar a exaustão. Mas nada funcionava de verdade.
Era entediante. Ela precisava admitir. As planilhas, os docu