Depois do ocorrido com o telefone, o clima no escritório tinha mudado completamente. Daphne percebia o ar denso, carregado de tudo o que não se dizia. Ela evitava os olhos dele quando se encontravam no corredor, o coração batendo mais rápido sem saber se era medo, vergonha ou aquele desejo teimoso de entender o que acontecia entre eles.
Omar parecia calmo por fora. Formal, contido. Ele tinha dito que estava tudo bem, que a perdoava. Mas Daphne não acreditava. Ela mesma não conseguia se perdoar.