As mensagens começaram a chegar logo.
Primeiro, uma DM de uma advogada de uma associação de mulheres que havia lido os relatos anônimos na matéria que vazou no fim de semana. Depois, uma jornalista de um portal progressista que cobria casos de assédio e corrupção corporativa. E, por fim, o mais inesperado: uma defensora pública querendo agendar uma conversa comigo “em caráter informal”, segundo suas palavras. Quase todas diziam a mesma coisa — que meu depoimento poderia ser importante não só pa