Na manhã seguinte, Kisa foi levada para uma sala com paredes acinzentadas e uma luz fria pendurada no teto, iluminando o espaço de forma opressiva. Sentou-se em uma cadeira de metal em frente a uma mesa, com as mãos cruzadas sobre o tampo. Vestia as mesmas roupas do dia anterior, ligeiramente amassadas, e seus olhos denunciavam cansaço.
À sua frente, um oficial de expressão séria e voz contida revisava alguns papéis antes de iniciar a conversa. Um segundo policial, com um gravador de voz, verif