Kisa se remexia desconfortável no banco de trás da viatura, enquanto as algemas apertavam seus pulsos, deixando marcas visíveis em sua pele.
— Por favor, me deixem ir, eu não fiz nada de errado! — insistiu Kisa, aflita.
— Se você for inocente, isso vai ser provado no julgamento — respondeu o policial ao volante.
— Eu nem conheço esse homem! — enfatizou ela. — Eu nem sabia que ele era rico ou algo assim... só sei o nome dele porque a filha dele mencionou para um dos paramédicos!
— Você tá dizendo