Melinda.
Me jogaram num quarto e me separaram da Luna.
– Me entreguem minha filha! – eu gritei, desesperada.
– Se tu fizer por onde, talvez a gente devolva ela – um deles disse.
Eu já estava surtando quando ele voltou e me entregou um telefone.
Ligação:
– Tá gostando da hospitalidade? – a voz do Rodrigo veio carregada de deboche. Só isso já me deu raiva.
– Cara, eu vou te matar quando eu sair daqui! – falei, encarando o brutamonte que tava me comendo com os olhos.
– Desde quando morta mata algu