Melinda
— Tu não tem noção… me solta!
Eu batia no peito dele com força, as mãos tremendo mais de pânico do que de raiva. Ele agarrou meu rosto, tampando minha boca.
— Xiu… — ele sussurrou, e eu senti o hálito quente. Mordi o dedo dele sem dó, tentando fugir, mas ele me puxou por trás. O corpo dele colou no meu, pesado, quente, invasivo. Ele respirou no meu pescoço como se fosse dono do meu ar.
— Seu escroto! Me solta!
— Não.
— Me deixa em paz!
Me virei, olhos cheios d’água, o peito arfando. Ele