Melinda
A batida do tamborzão já tava me possuindo.
“Senta, senta, senta”— e eu lá, rindo, rebolando, imaginando besteira porque a bebida já tinha feito a festa no meu cérebro. Júlia zoava, eu zoava junto, até que senti uma mão quente na minha cintura.
Pensei que fosse só vibe da música… até ver o olhar dela por cima do ombro.
Quando virei, quase perdi o ar.
Era ele.
O cão mais gostoso daquele lugar inteiro.
Pablo.
Ele tentou me segurar, mas antes que desse merda, uma briga estourou bem do lado