Capítulo 14

PABLO

— Pode pá. Quando ela aparecer, traz pra mim.

Minha voz saiu tão fria que até Tales recuou meio passo.

O ódio me comia por dentro. Melinda achou que era o quê?

A Mestre dos Magos? Sumiu como se evaporasse do mapa.

— A menina sumiu de uma forma, hein — Tales riu.

— Tales, nem vem com caô pra cima de mim.

Evandro se meteu:

— Hahahaha, a mina te passou a perna! Essa foi boa!

— Vão se fuder — rosnei. — Quando eu achar ela...

Eu tava virado no demônio. A noite inteira fumei maconha num nível que minha mente tava girando, neurótica, cada pensamento mais torto que o outro. Meu celular começou a vibrar sem parar — vibração atrás de vibração.

Peguei do bolso.

— EITA PORRA. — O celular quase caiu da minha mão. Minha boca encheu de água.

A safada, a mandada, me mandando foto dela… daquele jeito.

— Não adianta mostrar essa buceta gostosa pra mim não — falei baixo, puto e excitado ao mesmo tempo.

Mesmo assim, nada dela aparecer. A filha da puta me dando chá de sumiço enquanto eu fresco aqui
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