— O que você está fazendo aqui!? — Alerrandro exclamou, a voz carregada de surpresa e irritação. Ele olhou para dentro do apartamento, como se esperasse encontrar alguém atrás dela, depois voltou o olhar para a porta, onde Verônica permanecia parada, imóvel, com o semblante desfeito.
— Olha o horário! O que quer agora? — continuou, o tom mais duro, mas hesitante ao perceber o estado da moça. Os olhos dele percorreram o corpo dela: os cabelos desgrenhados caíam sobre os ombros, a alça do vestido