— Estou tão feliz, meu amor... — disse Milena, com um sorriso sereno, os dedos entrelaçados aos dele. — Já pensou se a Lorena...
— Eu sei... — Alerrandro a interrompeu com suavidade, apertando levemente sua mão. — Mas não se preocupe. Ela está detida agora.
— Agora ela não pode mais nos incomodar. — Milena suspirou, o olhar perdido por um instante. — E o Sr. Marcus... prefiro nem chamá-lo de pai.
— Ele não é digno de ser seu pai, Milena. — respondeu Alerrandro, firme, os olhos fixos nos dela.
E