A casa estava mergulhada em silêncio.
Aurora dormia no quarto ao lado, respirando suave, o som quase imperceptível que enchia o ambiente com uma paz frágil.
Cecília ajeitou a manta no berço, observou a filha por alguns segundos e então se afastou, devagar, como quem teme despertar algo que precisa continuar adormecido.
O corredor estava escuro, iluminado apenas pela luz fraca vinda do quarto de Enrico.
A porta estava entreaberta.
Ela parou ali, na soleira, o coração batendo em um ritmo irregula