A tarde estava apenas começando quando Cecília e Júlia entraram no bar pelos fundos. O movimento na rua ainda era tímido, e o ambiente estava silencioso, com aquele cheiro conhecido de madeira, álcool e limpeza recente. O relógio marcava pouco depois das três da tarde, e o bar só abriria às cinco. Tempo suficiente para organizarem o estoque, ajustarem as mesas e trocarem algumas confidências.
Cecília ajeitava garrafas na prateleira do balcão enquanto Júlia carregava um engradado de cerveja.
— V