Algumas semanas se passaram desde a primeira vez que Cecília viu Aurora.
Agora, ela já conseguia se levantar sozinha, caminhar com calma pelo quarto e até ajudar nas pequenas rotinas do hospital.
A cicatriz ainda doía, mas a força voltava aos poucos — e a cada olhar lançado para o bercinho ao lado da cama, parecia que tudo valia a pena.
Aurora dormia tranquila, envolta numa manta branca, o peito subindo e descendo num ritmo sereno.
Júlia, sentada na poltrona ao lado, folheava distraidamente uma