O restante da tarde passou como um sopro. Cecília voltou para casa para se arrumar, ainda com a sensação de que o mundo havia, enfim, aberto uma porta para ela. Diante do espelho, penteava os cabelos com mais cuidado do que o habitual, como se cada fio fosse parte da celebração. Vestiu um vestido azul simples, mas elegante, e borrifou um perfume suave que guardava para ocasiões especiais.
Quando o carro de Enrico estacionou em frente ao prédio dela, o coração acelerou como se fosse um primeiro