Theodoro Lancaster
Fiquei olhando para ela.
Leydi Dayane.
Sentada no banco de madeira do jardim, com os ombros tensos e os olhos fixos em algum ponto invisível além da cerca. Ela virava o rosto para o lado, como se pudesse esconder as lágrimas que insistiam em descer, mesmo contra sua vontade.
Eu queria dizer alguma coisa. Qualquer coisa. Mas as palavras tinham evaporado. Sumido como fumaça depois de uma explosão.
Depois daquela revelação — “Gamora é sua filha” — todas as frases possíveis parec