Entro no quarto novamente e fecho a porta com cuidado.
Encosto as costas nela por um instante, fechando os olhos. Meu coração ainda bate rápido. Não por culpa exatamente, mas por uma sensação incômoda de que toquei a superfície de algo muito maior do que eu.
Mercadorias.
A palavra ecoa na minha mente com um peso estranho. Fria. Impessoal. Não combina com contratos empresariais comuns, nem com a imagem impecável de CEO que Matteo apresenta ao mundo. E, ainda assim, combina demais com o silêncio,