Mundo de ficçãoIniciar sessãoO asfalto refletia o brilho pálido dos postes, e o som do motor era o único ruído cortando a madrugada.
A cidade dormia, mas eu não. Nem a raiva. O GPS projetava o ponto vermelho piscando — coordenadas aproximadas da última triangulação da ligação. Zona portuária. Território de ninguém. O tipo de lugar que a polícia evita, e os homens de Vescari chamam de “sala de espera do inferno”.






