Mundo ficciónIniciar sesiónJá passava das duas da manhã, e eu ainda estava acordado.
A cidade dormia lá fora, mas o silêncio dentro do apartamento era outro tipo de insônia. Um que doía. O abajur do escritório lançava uma luz amarelada sobre a mesa coberta de relatórios e garrafas vazias. Mas eu não estava lendo nada. Só encarando o vazio, esperando o cansaço me vencer. A conversa com Santi ainda ecoava na cabeça. “Ela não vai aceitar o con






