A manhã seguinte nasceu nublada, com um manto cinzento repousando sobre Yorkshire. Eleanor observava pela janela da sala enquanto a neblina se arrastava preguiçosamente pelo campo, como se quisesse esconder os caminhos por onde já haviam passado — ou talvez, aqueles que ainda precisavam trilhar.
Theo estava sentado no sofá, os olhos fixos em um dos cadernos de Vivienne, agora manuseado com mais cuidado, quase reverência. Ele não falava, mas Eleanor reconhecia aquele silêncio: não era ausência,