Dois dias se passaram desde a noite na lareira. Desde o pacto silencioso entre Eleanor e Theo — não apenas de buscar a verdade, mas de permanecerem lado a lado, mesmo que o caminho os levasse a lugares escuros. Não haviam falado sobre o que estavam se tornando um para o outro. Não era hora ainda. Mas bastava um olhar mais demorado, um silêncio confortável, um gesto de cuidado para deixar claro que algo estava nascendo ali. Algo real.
Eleanor estava sentada na biblioteca, cercada por anotações,