No dia seguinte, a mansão Demirkan parecia respirar alívio, mas sob a superfície ainda pairava uma tensão densa, como fumaça que se recusa a dissipar. Ayla estava no quarto de Caio, sentada na beirada da cama, observando o filho brincar com um carrinho que Felipe trouxera na noite anterior. O menino parecia mais leve, o rostinho limpo e corado, mas os olhinhos carregavam uma sombra que Ayla reconhecia muito bem, o medo que ainda não havia ido embora por completo.
A porta se abriu devagar e Luna