— Alice?
O nome saiu automático.
Baixo.
Mas firme.
Sem resposta.
Franzi a testa.
Olhei novamente para o corredor onde ela tinha ido.
Nada.
Só prateleiras.
Luz branca.
Silêncio comum.
Mas tinha algo errado.
Eu senti.
Na hora.
Coloquei a cesta no chão.
Sem nem perceber.
Comecei a andar.
Passos rápidos.
Controlados.
— Alice.
Dessa vez mais alto.
Ainda nada.
O corredor do fundo apareceu na minha frente.
E então eu vi.
A garrafa.
Caída.
Sozinha.
No meio do chão.
Parada.
Como se tivesse sido deixada