Algum tempo depois…
— Não é assim!
— É sim!
— Não é!
— É!
Respirei fundo da cozinha.
Olhei pra Arthur.
— Quer apostar?
Ele nem tirou os olhos do notebook.
— Não. Eu já sei quem tá certo.
— Quem?
— Nenhum dos dois.
Sorri.
Justo.
Fui até a mesa da sala.
E lá estavam eles.
Sophia, concentrada demais pra alguém da idade dela.
E Mateo…
com a língua levemente pra fora, segurando um lápis como se fosse uma missão de vida ou morte.
No meio da mesa…
um caderno aberto.
Com várias te