Alguns meses depois…
A casa estava barulhenta de novo.
Mas agora… de um jeito diferente.
Não era só risada.
Nem só conversa.
Era… vida pequena acontecendo o tempo todo.
— NÃO PODE COMER ISSO!
A voz da Sophia ecoou pela sala.
Eu nem precisei levantar.
— Sophia… — comecei, da cozinha.
— ELE IA COMER!
Suspirei.
— Ele não come sozinho ainda.
— Mas ele tentou!
Arthur apareceu ao meu lado.
— Ele tem seis meses — murmurou.
— Eu sei — respondi.
— Mas ele tentou.
Olhei pra ele.
— Você também vai defende