27. Pai?

Elise Quinn

Acordo devagar.

Por um segundo, não reconheço o quarto. O teto é simples demais, as cortinas finas deixam a luz da manhã entrar sem pedir licença. O cheiro… não é o meu. É masculino. Amadeirado. Familiar.

Atlas.

Passo a mão pela cama e em seguida viro o rosto.

Ele está deitado de costas, o braço jogado acima da cabeça, o lençol baixo o suficiente para revelar o peito nu. As tatuagens desenham sua pele. Símbolos, imagens, nomes em italiano.

Passo os olhos por cada detalhe sem pressa.

A linha da mandíbula. A barba por fazer. A cicatriz discreta perto da clavícula, os cabelos pretos caindo sob o rosto. O jeito como ele dorme sério, mesmo quando está vulnerável.

Ele era… perfeito demais para ser real.

Meu coração aperta com um sentimento estranho: algo entre paz e medo.

Com cuidado, eu levanto e saio da cama.

O lençol escorrega,piso os pés no chão que está frio. Pego a camisa dele jogada sobre a cadeira e visto. O tecido cai largo no meu corpo, cobrindo o suficiente para me f
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