111. Por Damien.
Atlas Cross
A linha não caiu.
Ele ficou ali.
Respirando do outro lado.
Como se estivesse apreciando o silêncio que tinha deixado.
Como se soubesse exatamente o que aquilo causava.
— Eu vi você morrer — falei, baixo, cada palavra saindo controlada demais pra não virar outra coisa.
A risada dele veio de novo.
Mais baixa.
Mais satisfeita.
— Viu o que eu quis que você visse.
Meu maxilar travou com força suficiente pra doer.
— Onde você tá?
— Ansioso assim? — ele provocou, arrastando cada palavra —