115. Epílogo
Elise Quinn
A primeira vez que eu caminhei em direção a um altar…
eu saí dele como viúva.
A lembrança nunca foi embora.
Ela não vinha como dor constante, nem como um peso impossível de carregar, mas estava sempre ali, escondida em algum lugar dentro de mim, esperando momentos como aquele pra reaparecer.
E, por mais que tudo fosse diferente agora…
meu corpo lembrava.
Minhas mãos estavam frias.
O coração acelerado demais.
A respiração um pouco irregular, mesmo que eu tentasse manter o controle.