28. Salvatore.
Elise Quinn
O veículo para em frente à mansão, mas ninguém se move.
O silêncio é tão espesso que chega a doer.
Meu pai verdadeiro.
O homem que eu nem sequer havia visto o rosto. Minha vida não poderia estar melhor.
— Quem te contou sobre o seu pai? — Atlas pergunta, sem me olhar.
Pisco. Sua honestidade brutal era contagiante.
— O quê?
— Com toda essa agonia, eu não te perguntei. — ele vira o rosto devagar. — Então alguém te contou. Quem foi?
Meu estômago se fecha.
— Isso importa agora?
— Impo