7. Pilar
Uma batida leve na porta do meu quarto me faz soltar um gemido frustrado. Contudo, apenas olho na mesma direção, quando ela se abre e as garotas passam por ela com algumas sacolas nas mãos.
— Oi! — Laís fala cautelosa, sentando-se na beirada da cama. — Soube que aquele traste esteve aqui. — Ela se deita do meu lado e me abraça.
— Não fique triste, Pilar. Nada do que aquele cafajeste disse é verdade. — Olga tenta me consolar, deitando-se do outro lado, envolvendo-me com seu braço em seguida.
Mas