Acordei com o coração acelerado e o sol filtrando pelas cortinas do meu quarto. Por um segundo, pensei que tivesse sonhado com tudo — o bebê, a empresa, o curso, a nova vida. Mas então minha mão tocou minha barriga e senti um chute forte me dar bom dia.
Sorri.
— Bom dia pra você também, meu amor — sussurrei, passando os dedos devagar pela curva enorme que agora dominava meu corpo.
Estava de trinta e duas semanas. O barrigão não me deixava mais dormir de bruços, nem colocar sapatos sem a ajuda