ISABELLA
A estrada cortava a floresta como uma serpente negra.
O motor rugia sob o comando de Donatella, as mãos firmes no volante, o olhar preso no retrovisor.
Atrás de nós, as luzes.
Levi e seus homens.
O vento batia contra o vidro rachado, misturando o som do motor ao bater frenético do meu coração.
Podíamos escapar.
Estávamos tão perto.
Mas então, o estampido.
Um único tiro.
Seco. Preciso.
O pneu dianteiro explodiu, e o carro girou com violência.
O mundo se tornou um borrão de luzes, metal