O fogo estalava no centro da clareira, lançando sombras trêmulas sobre os rostos desconhecidos que agora dividiam o mesmo espaço — o espaço frágil entre o medo e a necessidade.
Cael passava os olhos por cada um. Não sabia se podia chamar aquilo de “grupo” ainda. Na verdade, pareciam peças desconectadas, reunidas às pressas por uma força que nenhum deles entendia completamente.
Selene, sempre de pé, sempre com a mão perto da lâmina, mantinha-se um passo afastada dos outros. Observava, analisava.