A luz suave da manhã em Aquenor era diferente de qualquer outro lugar — parecia nascer não do céu, mas das paredes vivas, das raízes fundas, da própria respiração do mundo.
Quando as portas dos quartos se abriram sozinhas, um som cristalino ecoou pelos corredores. Um convite silencioso.
Kaelenya os esperava no salão central, envolta em um manto translúcido que refletia símbolos cambiantes — espirais, ondas, galhos, faíscas, rochas e estrelas. Ao seu lado, nove figuras. Mestres. Guias. Cada um c