A caminhonete preta de João parou diante de um galpão de segurança reforçada, escondido atrás de árvores densas e vigilância discreta. Amanda desceu primeiro, os cabelos presos em um coque firme, os olhos gelados como aço. João a seguiu sem dizer nada — ele sabia que, naquele momento, Amanda precisava ser ouvida.
Os seguranças abriram os portões sem uma palavra. Lá dentro, o ar estava pesado. Valéria, sentada numa cadeira simples no centro da sala, levantou os olhos assim que ouviu os passos.
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