O fim de tarde parecia carregado de luto. O céu, pesado, derramava uma chuva fria, insistente, que misturava-se ao cheiro de terra molhada e gasolina. As sirenes gritavam, cortando o silêncio opressor, enquanto o som das hélices do helicóptero ecoava como um aviso: era agora... ou nunca mais.
Bombeiros, encharcados e exaustos, reviravam os escombros da encosta. Mãos trêmulas, olhos aflitos. Cada segundo parecia uma eternidade esmagadora. Até que... um grito rompeu o caos:
— AQUI! Encontramos al