A madrugada em São Francisco tinha um ar diferente. Alice sentia-se em um sonho ao entrar no saguão do hotel com Rafael, depois de um voo cansativo, mas cheio de expectativas. O local era luxuoso, com lustres que derramavam luz dourada sobre mármore branco.
Rafael foi impecável desde o início. Carregou a mala dela sem permitir que se esforçasse, cuidou do check-in e, quando subiram aos quartos, lado a lado, no mesmo andar, mostrou-se ainda mais atencioso.
— Você precisa descansar — disse el