“Os olhares que não dizemos em voz alta são os mais perigosos de serem interpretados.” — (Anotação de R.)
(...) Já tinha passado mais de uma semana sem qualquer sinal de Alexandre. O silêncio dele, tão ensurdecedor quanto revelador, me obrigou a agir. Não podia mais me permitir ser refém de alguém que surgia e desaparecia ao sabor de seus próprios caprichos. Era hora de assumir o controle.
A “Casa dos Jasmins” seria meu ponto de partida. “Aurélia” ficaria em suspenso, aguardando o momento em qu