CAPÍTULO 118

O dia amanheceu no Joá com aquele perfume salgado que só o mar sabe carregar. A casa ainda estava silenciosa quando desci as escadas; Clara dormia profundamente, o rosto sereno, entregue à calma que ela sempre teve.

— Bom dia, senhor Lorenzo. Já posso mandar servir a mesa? — perguntou Eugênia, surgindo na cozinha.

— Ainda não, Eugênia. Clara ainda dorme — respondi, seguindo para a área externa.

O sol nascia como se brotasse do próprio mar, dourando o horizonte. Caminhei pelos jardins até encont
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