CAPÍTULO 133

Acordamos com o canto suave dos pássaros, que preenchia a calma serena do Joá. Dominic chorou no quarto, um som delicado, quase fragil. Clara se levantou imediatamente, pegando-o nos braços com cuidado, embalando-o junto ao peito como se fosse o tesouro mais precioso do mundo. Eu fui para o banho, e o som distante da voz dela, murmurando palavras de carinho para o nosso pequeno, me acompanhou até o banho.

Quando saí, desci as escadas segurando Dominic contra meu peito. Ele era pequeno, mas já demonstrava curiosidade por tudo a sua volta, observando tudo com olhos grandes e atentos.

Clara ficou se arrumando calmamente com a serenidade de sempre.

Ao descer as escadas, encontrei Eugênia e pedi que preparasse a mesa do café nos jardins.

— Claro, senhor, agora mesmo — respondeu, acompanhando-me.

O jardim já recebia a luz dourada da manhã, e o aroma da grama fresca se misturava ao perfume do café que Eugênia organizava .

Não demorou muito Clara desceu para o café. Usava um vestido branc
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