Eu estava fraca. A dor ainda pulsava, mas era uma dor que eu conhecia, uma dor que me acompanhava por tanto tempo que já não sabia mais se a sentia de verdade ou se era apenas parte de quem eu me tornei.
Mas, ao ser deixada nos braços de Sofia, algo mudou. O medo não era mais só meu. Eu podia sentir a tensão nos músculos dela, a preocupação em cada movimento. Ela tentava ser gentil, tentando aliviar a rigidez que eu sentia, mas suas mãos estavam tão firmes quanto as de Matteo. Havia algo estra