Eu não conseguia tirar Angeline da cabeça. A fragilidade que eu tinha visto nela, o medo, a vulnerabilidade… tudo isso estava me consumindo. Sabia que ela era importante para mim, mas, por alguma razão, a dor que ela carregava parecia mais pesada do que eu estava disposto a admitir.
Eu passei a noite rondando os corredores, evitando meu escritório, tentando me manter longe das tentativas de controle que surgiam a cada segundo. Mas, de alguma forma, meu pensamento sempre voltava para ela. Para