Acordei com um silêncio estranho. A cama ainda estava quente do lado dela, o que me dizia que ela não tinha saído há muito tempo. Mas não estava ali.
Levantei. O sol começava a cortar pelas frestas da cortina, o cheiro de café fresco já existia. Mas nenhum som de passos. Nenhum sinal de Angeline.
Desci as escadas e encontrei a sala vazia.
— Angeline? — chamei, mas só ouvi o eco da minha própria voz.
Minha mente, já contaminada por tudo que aconteceu, se encheu de desconfiança. Ela nunca saí