O cheiro de Luca ainda era o mesmo. Doce, puro… como se ele ainda estivesse no meu ventre.
Ele tinha só um mês. Um mês. E já estava sendo arrancado dos meus braços.
— Meu amor… — sussurrei com os lábios tremendo enquanto passava os dedos na bochecha macia dele. — Mamãe te ama. Mais do que qualquer coisa nesse mundo, você sabe disso?
Ele resmungou baixinho, os olhos fechados, alheio ao caos que nos cercava. Tão pequeno. Tão frágil.
E eu tão impotente.
As lágrimas escorriam sem controle. Não