O carro parou em frente à mansão, o som dos pneus contra o asfalto molhado abafado pela tempestade. O vento uivava, como se fosse uma extensão do caos que havíamos deixado para trás. Eu ainda podia sentir o peso do que aconteceu, o cheiro de sangue e pólvora se misturando à umidade do ar, mas, ao olhar para Angeline em meus braços, senti um alívio estranho. Ela estava em silêncio, mas eu sabia que o medo estava se infiltrando em cada célula de seu corpo.
Eu a segurei firme, mas com a suavidade